quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Era pra ser...

Não sei de onde vem essa calmaria que se abateu em mim nessa última semana. Estou pacifica, calma e tolerante. Isso é bom, me faz sentir bem e melhor ainda, faço bem as pessoas que estão a minha volta.
 
Estive a um nível de insuportável, usava o cansaço como desculpa. Isso não era verdade, apenas andava frustrada comigo mesma, o que mudou? Eu desisti.
 
Já fiz isso tantas outras vezes na minha vida. É maduro reconhecer que tem coisas que só nos fazem mal, geram inquietação, tristeza e ansiedade. Nos meus 32 anos, aprendi a reconhecer tais coisas. Se começam a me fazer mal, afasto-me e tudo volta ao normal.
 
Ao menos o que eu acho que seria normal. Sou uma pessoa boa, me reconheço assim. Gosto de poucas pessoas, e não me sinto bem com tanta energia ruim que estava concentrada dentro de mim, respingando em todos a minha volta, eles merecem o melhor de mim, não o contrário.
 
Sim, existem pessoas boas, que nos fazem o bem, que nos trazem alegria, que nos dão leveza e nos deixam mais doces. Essas sim, merecem meu tempo, minha dedicação, meus meio sorrisos, mesmo que sejam tortos.
 
Existem aquelas outras que eu sempre desejo tudo de bom, mesmo que não tão perto, nem tão próximos, mas que ao lembrar eu envio pensamentos felizes, que eu fico feliz em saber que estão felizes, mesmo seguindo seus caminhos longe de mim.
 
Era para ser um texto sobre mim, mas como sempre eu me jogo um pouco de lado. A sensação da escolha certa...

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