quinta-feira, 31 de maio de 2012

...

Quando mais nova e ouvia alguém falar "no meu tempo não era assim!' eu achava que isso era coisa de velho. Fato! Bom hoje eu mesma uso esse tipo de expressão e entendo muito bem a indignição dos mais vividos do que eu. É que realmente tudo evolui, o porém é que eu também acredito que algumas coisas para pior.

Conheci essa semana a escola em que vou fazer meu estágio da faculdade, é uma escola estadual, quando entrei era hora do intervalo, era um silêncio, eu esperava mais barulho, tudo meio morbido, jovens magrelos, de roupas justas, brancos, tudo um padrão, como se fossem fotocopias, casais se agarrando na escada com moletons por cima para disfarçar, como se ninguém soubesse o que acontecia por tras de tudo aquilo. Nao gostei do ambiente. A escola em que trabalho acredito que é mais feliz, os adolescentes parecem um pouco mais com a minha adolescencia.

E não falo sem conhecimento de causa, nao fui uma das meninas dos cantos, alienada, todos os meus anos, eu fui lider de classe e durante o meu ensino médio participei ativamento do gremio estudantil da escola, que nunca conseguiu nada por que uma andorinha só não faz verão e também minha geração lá tinha seus problemas.

Não tenho medo, mas sei por antemão que vou pegar uma classe com alunos que nem saber ler sabem e com variações absurdas de idade. Fico preocupada com essa geração, mas cada um faz sua história.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

House, 8º temp. 12 ep.


14:04 / 16:16

"O convento deixa você ter isso?

Peguei emprestado de uma das enfermeiras.
Ainda estou sob votos temporários. Pode ser a última vez que escuto Eminem.

Você está usando um iPod. Mas nunca vi você usar um terço.
Em que dia Jesus morreu?

-Eu sei, um evangelho diz 'páscoa" o outro diz "o dia anterior"

Quantas vezes o galo cantou antes da terceira negação de Pedro? Uma ou duas vezes?

Você não pode acabar com a minha fé argumentando.

Porque? Por que é tão forte perante as contradições?

Por que não é forte. Não estou dizendo que não tenho fé. Só não senti o chamado ainda.

Ninguém se junta ao clerigo sem ter uma epifania. Como o amor de Deus falando com você diretamente

É o silêncio, a contemplação, a ordem. Preciso deles. Espero que o resto apareça mais tarde.

Não é uma resposta. Se quer silencio usa tapa-ouvido.

Eu tentei o mundo externo, não foi o bastante.

-Já foi casada?

Não.

Sem filhos. Nunca teve uma carreira.
Parece que você nunca deu uma chance para o mundo externo.
Você vai encontrar 14 horas diarias de reza silenciosa e nunca ter uma familia e tocar outro ser humano.

Só por que é disso que você mais sente falta. As enfermeiras falam.

Não tem nada de errado em se divertir.

Elas falaram que você quase morreu semana passada e você logo voltou pra diversão?

É por isso que você quer ser freira? Alguém partiu seu coração?

Não. Procuro por algo mais..

Assim como eu.

*

[Alguma semelhança?]

(post programado)

terça-feira, 29 de maio de 2012

Válvula de escape...

(...)


A diretoria decide por uma demissão. Não há contraponto.

Também decide que deve ser feita na terça-feira, e não na (comum) sexta.

Chamo o cidadão, e logo que ele senta na mesa oval, me fala:

- Tenho duas novidades para te contar!

Quais?

- Primeira: estou trocando de apartamento, e sabe por que?

Hmmm...

- Minha esposa está grávida!

...


(...)

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Momento mulherzinha (número xx não lembro!)

 

Lá eu não sou muito fã de cozinha, mas confesso que depois que vi esse menino João Alcantara cozinhando comecei a me "interessar" pelo assunto.

Faz um tipo "exemplar raro" de homem, é fofo, educado e lindo, sem falar no detalhe que sabe cozinhar.

Alguém discorda?


domingo, 27 de maio de 2012

...[meus sonhos vão te buscar]...

Olhos fechados
Prá te encontrar
Não estou ao seu lado
Mas posso sonhar

Aonde quer que eu vá
Levo você no olhar

Aonde quer que eu vá
Aonde quer que eu vá...

Não sei bem certo
Se é só ilusão
Se é você já perto
Se é intuição

E aonde quer que eu vá
Levo você no olhar

Aonde quer que eu vá
Aonde quer que eu vá...

Longe daqui
Longe de tudo
Meus sonhos vão te buscar

Volta prá mim
Vem pro meu mundo

Eu sempre vou te esperar

[Paralamas do Sucesso - Aonde quer que eu vá]

*[Eu senti, eu sinto e sempre vou sentir tua falta..]*


sábado, 26 de maio de 2012

das coisas que acontecem só comigo "8"

A semana que passou não foi das melhores, inacreditável ou não, os acontecimentos não me abateram, renderam boas risadas já que desgraça pouca é bobagem e o desfecho de uma das situações ainda vai me render semanas e semanas que ainda não sei ao certo como vai ser, mas não ando mau humorada. Bom se até o tempo anda sorrindo por que eu não vou sorrir, depois da chuvarada de ontem o dia amanhaceu com um sol lindo.

Durante a semana, andei na correria pra imprimir uns negócios que deixei pra imprimir em casa e não no trabalho, acreditava que minha impressora estava funcionando normalmente, mas não estava, ela despindocou com a mudança.

Lá saio eu em busca de um lugar que fizesse o trabalho que a incompetente nao fez. Em uma cidade em que eu não conheço nada, com pressa, chego no primeiro lugar que vi. Uma salinha com infiltração e um homem baixinho e barrigudo, daqueles que até sobe a polo rosa que ele vestia, a visão do inferno.

Ele pediu se eu tinha os arquivos, entreguei meu pen drive, igualzinho o da imagem.

(Desisti de comprar pen drives bonitos, potentes, a bonita aqui vive perdendo e eles sempre somem misteriosamente, então prefiro a quantidade do que beleza e capacidade, claro que tenho uns dois bons em casa, mas que nao saem de casa pra nada!)

Ele abriu os arquivos e de cara eu vi que minha fonte estava desconfigurada, ele gentilmente mudou, até ai tudo bem foi erro meu, deveria ter levado a fonte tbm, a impressão não era ruim, mas em casa teria ficado melhor. Paguei, agarrei as minhas folhas e corri para uma loja em que eu precisava comprar umas caixas. Lá eu lembrei que meu pen drive tinha ficado no outro lugar.

Já que ficava no caminho de casa não custava passar e perguntar se não tinha ficado ali.

Sim, acredito que esse foi meu erro. Eu peguntei a ele se por acaso eu não tinha esquecido meu pen drive ali e ele com um sorriso mais ironico do mundo:

-"Não moça, aqui não, só se foi em outro lugar!".

Meu sangue subiu, ferveu, como as coisas não estavam dando certo, nao precisava me segurar, chutei o baldinho, mandei então ele enfiar o maldito pen drive no **** e virei as costas.

Mas os olhos arregalados do piá ajudante dele nao me sairam da memoria e só isso ja valeu o dia e quem sabe a culpa não era do mordomo?

OBS: Jamais perguntar se esqueceu algo, se está na duvida é pq nao tem certeza, se eu tivesse chegado e pedido o pen drive quem sabe ele me devolveria, mas ja que ele nao devolveu, ele que enfie no ***.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

25 de maio

(...)




Não sabe o que é? Clique aqui.

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"Amores que não derão certo II"


"Porque eu não disse
As coisas que precisava dizer?"

Precisaram-se de 15 anos para uma história virar uma história de amor que não deu certo, até então para mim era apenas algo que eu fazia questão de esquecer do meu passado e lutei muito tempo contra isso e com o tempo eu realmente esqueci.

Conheci Tiago no pior ano da minha vida (que eu acreditava ser, mal sabia que piores viriam). Meus pais haviam acabo de se separar naquele ano e o problema nem era a separação mas o fato de me sentir enganada pela maioria das pessoas que eu gostava.

Minhas amigas, todas passaram a estudar a noite com a desculpa de precisar trabalhar, eu não precisava. Ia sozinha para a escola e ele era a primeira que eu via todas as manhãs, naquelas fardas manhãs. Achava que ele era o jornaleiro, então um dia pensei em pedir que ele entregasse o jornal mais cedo, por que eu gostava de ler o jornal antes de eu ir estudar, foi quando eu descobri que ele não podia ser o jornaleiro, pois ele não carregava nenhum tipo de jornal. Não vi jornal, mas foi o dia em que vi o quanto aquele cara que passava todas as manhãs em frente a minha casa era bonito, parecia o Axl jovem, com a cabelo castanho claro pelos ombros e o sorriso largo e mais tarde ia ver de perto que seus olhos eram verdes.

Desse dia em diante eu comecei a observa-lo, eu não sabia quem ele era, o por que ele passava ali todos os dias, os horários em que ele passava, passei a sair sempre nos mesmo horarios e não sabia o nome. Foram uns 3 meses de observação e um dia eu estava na janela do meu quarto, quando eu ouvi outro cara que vinha junto com ele chamando-o pelo nome.

Depois de mais alguns meses ele passou a me dar Oi, depois de mais outros meses um dia ele me parou pra perguntar se eu estudava em tal escola, que era óbvio, meu uniforme era daquela escola e se eu conhecia fulano, disse que não conhecia e ele assumiu que era só pra ter assunto e falou o nome dele e eu disse que já sabia e ele disse que tbm sabia o meu e que tbm sabia o meu telefone e se podia me ligar.

E a pergunta que todos aqueles meses eu tentei compreender, perguntei então aonde ele ia pra passar todos os dias ali pela frente e ele me disse que ia trabalhar e que trabalhava na chapeação na frente a minha casa, só que do outro lado na parte de estofaria.

Um ano que estava pre determinado a ser um pessimo ano, foi otimo. Todo o flerte foi até o resto do ano, eu já tinha feito novas amizades, a gente se via todos os dias, ele me ligava as vezes, lembrando que era uma época sem internet e telefone celular. Por incrivel que pareça ele não dava olhares para as minhas amigas e a gente só conversava, ele saia mais cedo me encontrava na frente da escola, dava um oi,um tchau e eu continuava sem saber nada da vida dele, só que ele morava em bairro bem pobre, estudava a noite (mais faltava do que ia), hj eu sei o qto é dificil trabalhar e estudar, precisa-se de muita força de vontade, coisa que a gente nao tem muita nessa idade.

Minha mãe que já andava desconfiada com tanta conversa dizia que não me queria de conversa com 'aquele pé rapado", sinonimo de pobre pra quem nao sabe, puro preconceito. E qto mais ela dizia isso, mais as conversas se tornaram frequentes.

Final de ano ela me fez viajar pra casa de uma tia dela, voltei só pra época do meu aniversário, faria 15 anos, sem festa e sem ninguém por perto. Voltamos a conversar e uma semana apos completar 15 anos, ele me liga e me convida pra ir conversar la na estofaria e que os patroes dele (meus vizinhos) haviam viajado e ele ia ficar lá cuidando naquela semana e se eu podia ir la fazer companhia pra ele. Sim eu não era ingenua e sabia o que isso significava. Minha mae tomava remedios pra dormir eu esperava ela dormir e fugia.

Finalmente virou um meio namoro. Ele cozinhou pra mim aquelas noites, contou da vida dele, que morava só com a mãe e com a vó, que não sabia quem era o pai dele, que ele ajudava em casa, a mae dele nao fazia nada, e que ele estava guardando dinheiro pra comprar uma moto qdo ele fizesse 18 anos, que seria no proximo mes.

Disse que queria casar comigo, mas ja sabia que a minha mae chamava ele de pe rapado. A gente riu, viu tv, comeu, namorou de forma inocente, eu só tinha 15 anos e sonhava com o principe encantado. Foi tudo perfeito até a última noite.

[....]

Sai de lá chorando com muita raiva dele, mas muita. Ele me pedia desculpas, eu não conseguia ouvir, eu não queria ouvir. Naquela mesma semana a minha mae chegou em casa contando que encontrou no posto de saude uma suposta namorada dele e que estava gravida. Minha mae nao ia inventar um negocio desses e se eu ja estava decepcionada com ele por outra coisa aquilo simplesmente caiu meu chão. Eu precisava desabafar com alguem e desabafei com minha ex cunhada, que contou pro meu irmão e que contou pra minha mae e que contou pra policia.

[...] Fui colocada em situações humilhantes pela minha propria mae, sim eu desejei a morte, se eu ja nao confiava mais nos meus amigos eu nao podia mais confiar em ninguem, e se eu ja estava derrotada por acreditar que ele tinha me enganado, o que mais eu podia fazer? Ai nasceu a vontade de sair daquela cidade e tracei isso como meta de vida.

Troquei o caminho pra ir pra escola, mudei horario, fiz de tudo pra nao velo, ele irritado com a situação que ele tbm foi colocado passou a me ironizar, passou a ligar pra minha casa dizendo perversões e assim continuou mesmo depois que eu sai daquela cidade, qdo ia visitar minha mae ele ligava e ficava me provocando se fazendo presente pra eu não esquecer que ele existia.

E eu não conseguia, eu lutava pra não amar mais, mesmo ele me dizendo os absurdos que me dizia e sofria pq ele tinha me enganado me iludido.

[...]

Precisou 15 anos. Visitei minha mae do feriado do trabalho, ela nao esta muito bem de saude, dei uma corridinha la enquanto nao me mudava, no mesmo dia que chego, no cair da tarde o telefone toca, como sempre qdo estou lá, sempre atendo, uma voz de homem do outro lado me perguntando de forma educada como eu estava, de imediato, nao reconheci a voz, a muitos anos nao a ouvia mais. Qdo reconheci, nao senti vontade de insultar apenas respondi com a mesma educação em que me foi perguntado.

Ele me ligava pedindo pra eu dar uma chance pra gente conversar por que ele queria pedir desculpas pelo que me fez. Precisou 15 anos pra eu conseguir fazer isso de forma madura.

Descobri que ele nao havia me enganado, que sim ele tem um filho, mas nunca viveu com a mae do menino e que ele terminou com ela antes da gente realmente ficar junto e que acreditava que eu nao falava mais com ele pelo o que aconteceu aquela noite e nao por isso, pq ele mesmo ficou sabendo que ela estava gravida depois de uns 2 meses depois daquele dia e pq eu nao falei isso pra ele.

Bom, ao menos tudo se resolveu, o tempo nao volta mais,  que foi dito ou nao foi nao faz mais diferença. Percebi qto o tempo passou qdo vi o filho dele de 15 anos, tao ou mais bonito que o pai e pensei que ele tem idade pra ser meu, mas nao é. E o que eu achei que nao doia mais, voltou a doer por esses dias.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Pensamentos soltos.

Algum tempo atras, mais ou menos 2 meses, quando a vida estava uma m*, não que hoje não esteja uma m*, eu vinha pela BR para trabalhar e quando cheguei perto da entrada da cidade eu pensei... e se eu continuar reto, sem fim onde eu ia parar, dava pra sumir e nunca mais ninguém ia me encontrar,mas meu lado racional sempre fala mais alto e fui trabalhar.

Lembrei de um caso de desaparecimento, um desses tantos que aparecem na TV, de um homem que sumiu junto com a secretária da empresa, a mulher dele desacreditava que eles tivessem fugido juntos, faziam o tipo familia perfeita, não existe familia perfeita, só sei que eles desapareceram e nunca mais foram vistos.

Algumas pessoas somem, outras cometem suicidio e outras adulterio, são formas de fugir dos problemas. Eu não fujo, mas vou tratando os problemas de forma homeopatica.

Ontem comentei sobre meu interesse de infância sobre a vida dos ciganos, eu tinha um verdadeiro fascinio por eles, roupa, musica.. o colorido, as joias a alegria, herdei até um apelido do meu tio, "ciganinha" pelas saias longas que gostava de usar, o cabelo comprido e as varias pulseiras que enfeitavam meu braço até meus 8 anos.

Ouvi que ainda dá tempo. Será? Largar tudo, virar nomade... Vontade dá, mas o lado racional pergunta... "E quem fica? Fica como?"

terça-feira, 22 de maio de 2012

16 moments

(...)





(...)

Respira, ainda é terça!

Acordei e resolvi fazer o que andava procrastinando a dias. Simplesmente decidi, uma hora ou outra eu teria que fazer. Tinha que ir ao cartório no centro da cidade autenticar uma documentação. Bom, nem ideia eu fazia de como eu chegar lá, digito os endereços daqui e do local no google mapas, no mapa é tudo lindinho mesmo, coisa que já inumeras vezes fiz depois que vim morar aqui  e todo dia eu prometia, amanha eu vou!
Hoje eu fui.

Fiz um rascuinho basico em um papel, lembrando que to sem impressora. Um rascunho de ida e um rascunho de volta. Na ida tudo beleza, só em uma sinaleira que fiquei na duvida se ia reto ou virava e não dava tempo de consultar o mapa, mas eu sabia pra onde tinha que ir, perguntei pra menina da moto ao lado e ela não sabia, eu tenho que lembrar de nunca pedir informação pra mulher.

Mas no mais, foi fácil, encontrei o local facilmente, só ninguém me disse que não tinha como estacionar nas 4 quadras proximas, larguei a moto longe e fiz o caminho a pé.

Na volta o meu maior problema. Meu mapinha era baseado no local que eu devia ir e nao onde exatamente eu deixei a moto. Ataca um, ataca outro pra chegar na dita Marcos Konder, beleza! Consegui e quem disse que eu conseguia chegar até aqui, em uma altura do campeonato, parei um moçoilo, bonito mas um pouco sujo, e perguntei onde ia dar aquela rua reta, e ele me diz que ia dar na 101.

Sim, continuei reto toda linda, porem era uma entrada da 101 que ia dar em Blumenau, realmente eu estava muito perdida, pouco ia adiantar ligar pra Saponildo pensei nisso, mas tbm pensei que já que me enfiei naquele lugar eu ia sair dele.

Saí. (Cheguei em casa 1 hora depois desse sufoco)

Consegui.

Ao menos isso deu certo hoje!

E lembrar sempre: Informações sempre se pede ao sexo masculino, eles tem senso de direção e conhecem as ruas por nome!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Uma semana que começa bem.

Sabe quando tudo ta dando errado é bem por aí ....

Tu vai pintar a unha e sai tudo lambuzado.
Tu precisa ir em um lugar, em uma cidade que você não conhece e o google mapas parece grego.
Tu vai ligar a moto e ela não liga de forma alguma.
Tu vai comprar uma caixa por que precisa levar umas porcarias pro trabalho e não tem a cor que você quer e tu acaba comprando a que tem por que precisa daquela caixa urgentemente.
Tu vai imprimir um trabalho e descobre que o cabo da impressora queimou e te deixou na mão, ai tu vai imprimir o que precisa e o bendito local não tem as fontes que você queria e desconfigura tudo o que tu fez e ainda paga caro por uma impressão de má qualidade.
E tu esquece o teu pen drive naquele lugar, volta e a pessoa afirma na cara dura que tu não esqueceu lá
Tua amiga enrolona que ficou responsavel de levar as cartas de apresentação pro estágio te liga e diz que não conseguiu os estágios para a parte da manhã.
Tu liga pra orientadora e o teu telefone de casa insiste em não funcionar as teclas 9 e 8.
Tu liga pro celular dela e ela não te atende.

E a manhã termina e tu não fez nada e o que fez deu errado e daqui a pouco tu tem que sair pra trabalhar.

Calma! Respira... é só segunda-feira!

Uma ótima semana a todas

sábado, 19 de maio de 2012

Sentimos sua falta :-)

(...)



(...)

Quando me amei...

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... AUTO ESTIMA

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é...AUTENTICIDADE.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... AMADURECIMENTO

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é... RESPEITO.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama... AMOR-PRÓPRIO.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é... SIMPLICIDADE.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a... HUMILDADE

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... PLENITUDE.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é VIVER.
Charles Chaplin

(Resposta as muitas dúvidas, hoje eu me amo de verdade, e você se ama?)