quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

...

Em um determinado momento precisando de uma ajudinha...

"Fulana você pode me ajudar um minutinho?".

Em resposta:

"Agora eu não posso!".

(Nitidamente fulana não estava fazendo nada, mas não estava afim de ajudar).

Sai com o sapo engasgado e com um aperto na boca do estomago, por lembrar as inumeras vezes que dispus a ajuda-la mesmo estanto realmente ocupada.

Sentei pra digerir a situação.

"Se eu sou/ estou disposta ajudar a qualquer um, eu não posso esperar que todas as pessoas façam o mesmo por mim, e não sou mais criança que não posso ouvir um não, e também não adianta pensar que vou mudar, que não vou ajudar mais, sei que não vou conseguir, nao sou assim!"

2 comentários:

Giuliana: disse...

Entendo perfeitamente essa situação. Por mais que temos consciência que não devemos fazer para os outros esperando que façam o mesmo, da mesma forma para a gente, ainda esperamos que tenham o mínimo de disponibilidade e disposição para nos ajudar como temos para ajudá-los.

Não somos perfeitos. Mas enfim, ao menos não guardamos rancor e pagamos com a mesma moeda.

beijos

Elaine Gaspareto disse...

Lucí,
Tá, a gente racionaliza, mas caramba! Por que tem que ser assim, né?
E dá mesmo um aperto no estômago, né?

E nem revidar eu consigo rsrsrs

Beijossss