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sexta-feira, 15 de abril de 2016

As faces de um não. (texto inacabado I)

[...]
-Onde tu anda?
-No mesmo lugar. Pq?
-Odeio quando tu some. Vamos almoçar juntos amanhã?
-Não e eu não sumi.
[...]
Mais um pequeno texto inacabado que encontrei no meu rascunho, data de março do ano passado. Meu caro amigo, meus nãos... desculpe, foram necessários, nossas vidas são enroladas demais pra gente se enrolar ainda mais!

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Texto inacabado

Um dos muitos textos que encontrei nos meus rascunhos, esse está datado em meados de junho do ano anterior. 

[...]

Novamente hoje me peguei chorando pelas coisas que me disse e pensei quantas outras vezes só nessa semana eu também chorei pelos mesmos motivos e como isso tudo é rotina na minha vida. Dói tanto cada palavra que elas nunca mais saem de mim. Ficam aqui presas e caem pelos cantos dos olhos.

Dias como hoje é que eu peço coragem a Deus, que ele me de forças pra me tirar dessa situação que se repete e eu vou deixando passar achando que amanhã vai melhorar. Eu sei que não vai, assim como a minha coragem não vem.

Vivo buscando a paz, por que não a tenho. Não tenho paz dentro da minha própria casa. Tu me lembra todos os dias minhas imperfeiçoes e por mais que eu me esforce ou ate mesmo tente ser menos imperfeita não é fácil agradar quem não ve seus próprios erros. Você a... (texto inacabado)

sábado, 9 de abril de 2016

As mesmas certezas, as mesmas dúvidas...

Estava ultra concentrada, ampliando uns desenhos, quando ela sentou na minha frente e começou a falar das decepções da vida. De inicio não estava afim de conversar, pensava apenas em terminar meu trabalho que estava ficando muito bom e eu estava com meu ego satisfeito, também não gostava dela, afinal ela já tentou me prejudicar, então me contive nas sequencias de "arram".

E ela continuava a falar... quando escuto que aquele dia era aniversário do filho dela, ai tudo bem em sequencia ela diz que também é dia da morte do pai dela,,, largo meu lápis, olho nos olhos dela e me compadeço, sento e dou a atenção que ela merecia. Falei pouco, ouvi muito...afinal a dor era toda dela.

Uma vida rodeada de perdas e ganhos em pequeno período de tempo, até o momento em que ela começou a falar do grande amor da vida dela, sim e não era o marido atual dela e muito menos o ex, pai dos filhos dela.

Um daqueles estranhos que entram na vida da gente e seguem. Uma história tão linda...e carregada de culpa. Ela carregava nos ombros, todas as duvidas e culpas de só quem tem uma grande paixão carrega. Tive a curiosidade de saber se o gajo mora na cidade, pensei na tristeza do coração dela em ter que cruzar com ele pelas esquinas, mas não... ele é um velho marinheiro que passa a maior tempo no mar... as palavras dela fixaram na minha cabeça.

",,,eu amo ele, e eu tenho toda a certeza do mundo que ele também me ama..."

O jogo do mais forte, do orgulho, das vaidades... e ela me diz que ela sonha com o dia em que eles vão ficar junto... mas é só um sonho, uma doce ilusão. Ele casou com outra, teve um filho...mas de vez em quando ela corta caminho e passa na frente da casa dela.

Por dentro eu sentia todas as dores dela e queria dizer a ela, que eu podia ser a pessoa que mais entendia, pois sofro das mesmas!

Vamos sonhar, enquanto esperamos o destino agir!