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domingo, 19 de janeiro de 2014

A loira do supermecado.

ou...
 
se deveria mudar o título para a loira dos peitos de fora do supermercado. Na vespera de ano novo, fomos no mesmo supermecado de sempre. Lotado. Eu entre os verdes da alface, quando olho para as alfaces da frente, uma loira com metade dos seios de fora.
 
Calma. Não sou moralista. Acho que cada um anda como quer, mas em um supermercado? Horario e ambiente familiar? Tá. Já morei em cidade litoranea, nessa epoca do ano cheio de turista, lá era normal a gente ver a mulherada de biquine em todos os lugares, apesar de eu achar vulgar usar roupa de banho em qualquer lugar que nao seja no local apropriado pra isso, fora isso, não custa colocar um shorts, uma regata e dar uma ajeitada no cabelo com um rabo de cavalo.
 
Voltando a loira, a questão nao era nem essa, se ela estivesse de biquine ja seria meio estranho, pq nao estamos perto da praia, mas ate eu poderia pensar que seria uma turista. A questão é que a mulher estava com uma camisa e que ela abotou os dois ultimos botoes e o resto ficou aberto, sem biquine, sem roupa intima, sem top, sem nada, ali a mostra pra "homarada" do super ficar ouriçados.
 
Quando eu a vi, imediatamente e instintivamente tento localizar Saponildo. Antes de olhos se cruzar vi que ele tbm olhava. Não sou de criar caso, mas a mulher proxima a mim criou, e virou barraco entre ela e o marido dela. Fingi que nao vi, que nao ouvi e que não percebi que ele tbm olhou, qualquer um olharia, estava chamativo. Até esqueci da história.
 
Ontem...
 
Vendo a novela do Felix, aparece aquela "Amarelis" indo embora de maio, comentei.. "Sim, ela vai sair assim quase peladona?". E nesse meio caminho ressurge o assunto da mulher do supermercado.
 
Mulher é coisa do demonio mesmo, nao esquece de nada!
 
Se fazendo de louca, perguntei se ele lembrava daquele dia e tals. Ele se parando de louco diz que não viu. Então saio da louca e vou para a lúcida "Sim, tu viu, pq eu vi vc olhando".
 
Saponildo sem saida, confessa que olhou, nao tinha como nao olhar, afinal a mulher estava na minha frente e ele me procurando acabou vendo. Mas completou..
 
"Mulher minha não saí de casa assim...".
 
e....
 
"mas olhar a mulher dos outros pode?".
 
Fim de papo.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Será...?

No ano em que perdi meu pai, prometi nunca mais fazer planos, eu havia feitos muitos para aquele ano, coisas palpaveis e outras nem tanto e reviver nossa relação fazia parte deles. A morte inesperada dele, sem avisos.. e a frase "vaso ruim não quebra" me tirou o chão pelo resto daquele ano.
 
Os demais anos, eu fui vivendo. Sem planos. Ano iniciou e terminou, sem eu planejar nada. Muita coisa boa aconteceu e não sofri frustrações.
 
Ai veio a Lígia, e novamente sonhos doces, me peguei sonhando sentada na soleira da porta da cozinha. E novamente eu estava fazendo planos pra esse ano. Já que não tenho como fugir desses pensamentos, tenho podados os mais altos e ficado apenas com os palpaveis e mais ingenuos.
 
Ano passado não consegui ler livro algum, melhor dizendo não fiz nada para alimentar meu intelecto acho que emburreci. Até comecei dois livros. Um que ganhei de aniversário de Saponildo, que peloamordeDeus, é muito chato. Começo a ler e me dá sono, não faz meu gênero. O outro é muito bom, mas não me organizei pra le-lo, entao fiquei sem tempo para os meus pequenos prazeres.
 
Para esse ano, já tracei a meta de ler pelo menos 6 livros, o que seria pouco para a minha voracidade, mas é uma meta atingivel, que nao me fara chegar ao final do ano frustrada e sentindo me uma ignorante.
 
Outra coisa seria perder os quilos ganhos com a gravidez que com eles vieram a perda da pouca vaidade que eu tinha, tarefa que me parece facil, se eu conseguir parar de comer tanta besteira, é só trocar, e as roupas voltam a ficar soltas e eu paro de me sentir apertada o tempo todo.
 
Preciso que realmente seja a ultima vez. Por que essa ultima vez vem se estendendo e ando com medo de perder o controle da minha controlada vida e "familia feliz".
 
Quero terminar minha faculdade atual, vamos ver como anda as coisas e pretendo voltar meio de ano. Tbm renasceu a vontade de terminar o Design Industrial, falta tão pouco, resgatar essa profissão na minha vida, talvez entrelaçar as duas profissões.
 
São pequenos planos, mas que tenho certeza que qualquer imprevisto ocorrendo, eu poderei suportar a frustração e qualquer coisa se cair eu sempre levanto.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O que será de 2014?


Entre lágrimas e sorrisos o ano passou, terminou e foi-se levando junto tanta coisa. Foi. Foi-se e foi bom. Fazer uma retrospectiva do que ficou para tras da tranto trabalho quanto revivenciar tudo novamente.
 
Iniciei o ano gravidissima, parecendo uma bola de ping pong (o tamanho mais adequado de bola compativel com o meu tamanho). Todas as mamães diziam e eu não acreditava que uma hora a barriga ia me atrapalhar, verdade. Atrapalhava pra dormir e principalmente para me abaixar, de incio eu teimava, me abaixava toda desajustada, chegou uma hora que não fiz mais cerimonias.. "pega pra mim?!" e depois nem pedia mais, era só olhar que as mãos rapidas a minha volta juntavam tudo ao alcance do meu olhar. Tinha a sensação que minha barriga sempre chegava antes de mim nos lugares. Já não sentia tanta fome nem vontades, só queria que nascesse logo. Nasceu.
 
Minha adoravel Lígia, nasceu linda e saudável, uma bebezona de 48cm e 3,400Kg. Carequinha (ainda continua com pouco cabelo), os lacinhos ficaram na caixa e tornou-se uma colecionadora de faixas que caiu muito bem a ela. Chorou muito, mamou muito. Me esgotou emocionalmente. Passou. Hoje é linda e querida por todos.
 
Voltei a trabalhar, tive que me virar em duas, tres e penso "como consegui?". Consegui! (de boca cheia), esse prazer ninguém me tira. O tempo que fiquei em casa, quase que hibernando, sem ver ninguém, foi cansativo, mais que trabalhar. A volta ao trabalho não foi como esperava. As pessoas mudaram, me decepcionei com algumas, passei raiva, conheci gente pra levar pra vida toda. Sorri e vivi, precisava disso, preciso disso, não financeiramente mas é pra minha saúde emocional, não seria bom nem pra mim nem pra ela, eu ser mae em tempo integral nao nasci pra isso.
 
Reencontrei uma pessoa do passado, pelo acaso do destino e pela emoção permiti que a pessoa continuasse presente na minha vida. Foi bom, fez me sentir mulher (além de mãe). Tudo com muita sabedoria, uma coisa é uma coisa.. outra coisa é outra coisa.
 
O ano de 2012, foi de superação. O ano de 2013 foi de reconstrução. O que será de 2014?