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terça-feira, 23 de janeiro de 2024

Virando a página

 

Dia chuvoso, bom pra escrever. Espero Saponildo no carro, ele fazendo os corres pra renovar a CNH, olho a minha, ainda com validade até próximo ano.


Aproveitar esse tempo de espera para refletir. O ano já iniciou e mês de janeiro já quase se despedindo, mais um ano que irá voar?


Te contei?


Semana passada passei por um novo ortopedista e ele confirmou o que eu já suspeitava. De fim de ano pra cá, após eu encerrar minha fisioterapia de dezembro, uma tarde lavando o cabelo percebi que eu já conseguia fazer o movimento com o braço direito e alcançar toda a área da cabeça, que antes eu não conseguia, devido a isso eu não conseguia amarrar o meu cabelo, eu dava o jeito, erguia o braço, apoiava na parede e forçava um pouco e fazia um rabo de cavalo mal feito e torto, mas fazia.


Então se eu conseguia lavar o cabelo também iria conseguir amarrar o cabelo sem apoio. E em como um click mágico eu consegui amarrar o cabelo, colocar o braço um mais nas costas e voltar a dormir de bruços.


O atual ortopedista invalidou o laudo antigo, disse que sim, irei me recuperar, olhou a tomografia e não viu sequelaz viu uma fratura normal, que lógico que ninguém se recupera 100%, porém vou conseguir fazer as mesmas coisas que eu já fazia antes e que esse processo é lento, posso levar até 1 ano.


Foi como se o peso do mundo fosse tirado do meu corpo, eu não sabia se ria ou se chorava, é como se tudo voltasse a ter cor, o meu maravilhoso braço direito, sei que dormi 2 dias seguidos.


Então, logo termina minhas férias e eu recomeço a trabalhar, talvez em um novo lugar, só estou aguardando o ok dos superiores, um novo lugar, novas pessoas, esquecer a gente nunca esquece, mas é uma nova oportunidade de recomeçar e repensar nos erros e novas tentativas de acerto. 


Planos pra 2024? Alguns.


Preciso focar em mim, a palavra do ano será: Saúde


*Texto iniciado em uma tarde, terminado em outro dia, pois Saponildo interrompeu com sua chegada e eu esqueci de terminar, mas por coincidência ou não, concluo em uma manhã chuvosa, sem pretensão de ser nada mais que uma simples manhã.


*Eu não tenho mais saco pra falar/explicar sobre esse assunto, só quero virar essa página da minha vida, voltar a normalidade e fingir que nada aconteceu. Sou boa nisso.

domingo, 31 de dezembro de 2023

ADEUS 2023

Esse é um daqueles posts agendados pra soltar em um dia X em que eu escrevo no dia Y.

Depois de um ano bost* eu não estava animada para escrever e ainda não estou. Obrigação? Não, eu quero voltar aqui um dia e reler, o que foi esse ano meu Deus?!

Não foi um ano bom, como já mencionei em outros textos, estamos passando momentos delicados desde metade do ano passado, a minha teoria é que uma hora essa urucubaca passa, afinal tudo que tinha que dar errado já deu, agora é só subida do poço, o fundo já alcançamos.

Mas então por que escrever? Porque apesar de tudo tudo foi superado e no final tudo está acabando bem. Foi só uma sucessão de coisas ruins, só espero que por tão próximo não aconteça mais nada, parece que a vida me deu uma trégua.

Não sei do que esperar para o próximo ano, não estou criando expectativas, minha vida esse ano se dividiu antes e depois do acidente. Antes eu tinha planos e alguns objetivos pra esse ano, eram profissionais, não serão mais possíveis. Então não sei mesmo, uma enorme interrogação na minha vida.

Eu só tenho esperanças, como sempre. E que venha 2024, ano par.. e que a palavra para o próximo ano seja SORTE. 


segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

...

Desde que coloquei "limites" no celular da Lígia, muita coisa aconteceu de lá pra cá, ainda em adaptação, já troquei de aplicativo, já confisquei o celular por semanas, mas em geral é algo positivo. 

Hoje ela espalhada no sofá, depois de fazer tudo que foi proposto, com o celular "semi liberado", pois alguns aplicativos eu controlo o tempo, por que senão ela passava o dia vendo video inútil. Agora ela tem se interessado por jogos de caças palavras, esses são liberados.

Eu fazendo algumas coisas na cozinha e ela grita: "-Ohhh manheee, quem é a esposa do Popeie". Eu fiquei pensativa, nunca ouvi falar nesse tal de "Popeie". Resolvi ir olhar no celular pra ajudar a desvendar o mistério. 

Eu quase desfaleci de tanto rir, o misterioso "Popeie" é o Popeye (Popai). Tadinha, ela não tem culpa, não é da geração dela, seleciono um desenho de época e mostro, conto um pouco da história.  Ela ficou satisfeita,  também sou cultura.

É em momentos assim que eu ainda encontro motivos pra sorrir.