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quarta-feira, 3 de março de 2010

Ego mandão

Como diz o post anterior é em pequenas coisas que minha mente nada ociosa trabalha.

Observando e repensando a vida, cheguei a conclusão que a decepção é proporcional ao nosso egoismo.

Quanto mais amamos uma pessoa, mais desejamos que ela nos ame. Certo?

Inconsciente queremos ter o poder sobre essa pessoa. Certo?

E quando a pessoa não faz o que queremos ou não age como gostariamos, nos decepcionamos. Certo?

Então somos ou não somos egoistas e a decepção é resultado do tamanho do nosso ego mandão?

terça-feira, 2 de março de 2010

Teste: Que livro você é?

Lucí de bobeira na internet dá nisso!
Estava futricando aqui e ali e achei esse site *AQUI*, em que é possível fazer um teste e descobrir que espécie de livro você é.

E olha que agradável surpresa:

*Meu resultado*

"A paixão segundo GH", de Clarice Lispector


Você é daqueles sujeitos profundos. Não que se acham profundos – profundos mesmo. Devido às maquinações constantes da sua cabecinha, ao longo do tempo você acumulou milhões de questionamentos. Hoje, em segundos, você é capaz de reconsiderar toda a sua existência. A visão de um objeto ou uma fala inocente de alguém às vezes desencadeiam viagens dilacerantes aos cantos mais obscuros de sua alma. Em geral, essa tendência introspectiva não faz de você uma pessoa fácil de se conviver. Aliás, você desperta até medo em algumas pessoas. Outras simplesmente não o conseguem entender.

Assim é também "A paixão segundo GH", obra-prima de Clarice Lispector amada-idolatrada por leitores intelectuais e existencialistas, mas, sejamos sinceros, que assusta a maioria. Essa possível repulsa, porém, nunca anulará um milésimo de sua força literária. O mesmo vale para você: agrada a poucos, mas tem uma força única.

* Esse livro da minha amiga Clarice, eu ainda não li, mas fiquei curiosa, entra para a listinha de livros cobiçados.*


"Morte e vida severina", de João Cabral de Melo Neto


Às vezes você tem uma séria vontade de estapear as pessoas, só para fazê-las acordarem e perceberem as injustiças deste mundo. Como podem viver em seus mundinhos banais, quando há quem passe fome e totalmente à margem de qualquer conforto ou assistência? Esta talvez seja a sua maior revolta. Por isso, você tenta fazer a sua parte. Talvez por meio de um trabalho voluntário, participando de movimentos populares ou somente se exaltando em rodas de amigos menos engajados. De qualquer maneira, você consegue de fato comover pessoas com seu discurso apaixonado e, ao mesmo tempo, baseado numa lógica de compaixão e igualdade que ninguém pode negar.

Essa missão é mais do que cumprida pelo belo "Morte e vida severina" (1966), poema dramático escrito pelo pernambucano Melo Neto que se tornou símbolo para uma geração em conflito com as consequências sociais geradas pelo capitalismo selvagem.

* Esse eu já li, há muitos anos, na época do estudo da Literatura brasileira*


Faça o teste *AQUI*

segunda-feira, 1 de março de 2010

[14...]


Eu sempre volto...

(post programado)