terça-feira, 26 de agosto de 2014

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A vontade que eu tinha era de gritar com ela... dizer o quanto ela era uma boba, que fica por aí escancarando uma felicidade que só ela sente, o quanto ela é tola, dar um tapa na cara e dizer "Acorda!". Esfregar na cara dela o tipo de gente que ela vive, que só ela ama, que só ela sente, que ele a traí.
 
Mas não. Isse tipo de atitude não ia fazer bem a ninguém. Ela aceita, acredita... Eu já estive no mesmo lugar dela, talvez ele tenha esse poder, de dar falsa sensação de felicidade a mulheres que passam em sua vida.
 
Quem sou? Não passo de mais uma tola...

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