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sábado, 21 de fevereiro de 2026

É libertador quando você decide não se preocupar com algo que na verdade não está no nosso controle, e aí a gente fica se "preocupando atoa".

Eu me preocupo com ela, isso não tem como evitar, mas não consigo blinda-la de todo o mal do mundo e não consigo mudar as pessoas que ela escolhe pra vida dela.

Não faço a linha de mãe sufocante, superprotetora. Converso, mas ela é livre pra escolhas que não a prejudique seu futuro e que seja adequado pra idade dela.

Livre pra escolher suas amizades. Apesar que quem ela escolheu a gente percebe que não é uma boa amiga, talvez por imaturidade.

Fim de ano elas se desentenderam. Minha filha gostava de um menino (ele não gostava dela), ele tinha um grupo de amigos e um dos amigos dele se aproximou da amiga, e começou o ciclo infinito de fofoca entre os dois amigos sobre eles, o menino muito reservado, cansou, explodiu e decidiu bloquea-la de tudo. Então ela se afastou de todos, eu vi ela sofrer as férias toda.

Enfim, aulas recomeçaram, fui a escola troquei ela de sala, pra separar as duas, já que a "amiga" excluia ela em sala ano passado. Fui leva-la algumas vezes semana passada e para a minha surpresa com quem ela já esta andando novamente? Com a amiga.

Tranquilizei ela sobre isso, que é uma escolha, que nós sempre vamos tratar super bem a menina, que não temos nada contra, reforcei que sempre vamos estar do lado dela.

E o menino?

O menino faz inglês com ela. E hj "falou" com ela.

No fim tudo irá se resolver, são só adolescentes, a gente que dar os atalhos, mas não tem jeito, eles só irão aprender com os próprios erros.

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